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Osteoporose: as causas, os sintomas e a importância dos cuidados

Osteoporose: causas, sintomas e cuidados

Certamente você já ouviu falar da osteoporose, uma doença metabólica caracterizada pela alteração gradativa da densidade óssea, diminuição da sua resistência e aumento do risco de fraturas. Nesse artigo, iremos nos aprofundar sobre essa condição, as consequências e possíveis tratamentos que podem tornar os ossos menos frágeis e vulneráveis. Vamos lá? A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia afirma que uma em cada três mulheres e um em cada oito homens no mundo, acima dos 50 anos, são afetados pela osteoporose. No Brasil, ela atinge mais de 9,5 milhões de pessoas. As pessoas diagnosticadas com a osteoporose geralmente sofrem sintomas nada agradáveis como dores nos ossos e articulações causadas pelas temidas fraturas. Se você deseja ter uma vida mais saudável e se prevenir contra os desconfortos da diminuição de massa óssea, acompanhe a leitura!

Indicativos da osteoporose

Ao longo da vida, o nosso esqueleto passa por diferentes fases de renovação. Estudos mostram que a densidade mineral óssea atinge o máximo de equilíbrio entre os 18 e 20 anos de idade do indivíduo. Em seguida, entre os 35 e 40 anos, a massa óssea diminui gradativamente. Nas mulheres, a diminuição é maior após a menopausa. Além disso, fatores como a genética, o sedentarismo, o tabagismo, o hipertireoidismo, o uso prolongado de corticoides, a falta de cálcio e vitamina D, bem como a má nutrição, podem favorecer essa redução. Por ser uma condição silenciosa, dificilmente apresenta sintomas. Por isso a melhor maneira de diagnosticar a doença é visitando um médico especialista. Somente com uma consulta detalhada e exames será possível entender as causas e, posteriormente, indicar o tratamento adequado para o paciente.

Fragilidade óssea

Em seu portal de saúde, Dr. Drauzio Varella explica que a osteopenia é uma condição que sugere a perda gradativa da densidade óssea. Não é uma doença, mas pode levar à fragilidade óssea e, por consequência, à osteoporose. Os ossos estão sempre se renovando. No começo da osteoporose, a perda da massa óssea é gradual e quase imperceptível. Contudo, mesmo sem apresentar muitos sintomas, a doença faz com que os ossos fiquem cada vez mais frágeis desenvolvendo, até mesmo, modificações na sua microarquitetura e resistência. Nas mulheres, essa alteração é ainda mais frequente uma vez que, durante a menopausa, há a diminuição do estrogênio, hormônio responsável pela absorção óssea do cálcio.

Dor nos ossos

O indivíduo com osteoporose raramente sente dor no estágio inicial. Entretanto, um dos maiores riscos apresentados pela doença, são as fraturas. Geralmente elas ocorrem no ossos e articulações, como no fêmur, costelas e vértebras, e podem provocar bastante dor. As fraturas podem levar bastante tempo para serem curadas e, em alguns casos, a dor pode se tornar crônica. Caso o paciente não faça um acompanhamento médico ou siga um tratamento adequado, a fragilidade dos ossos pode causar severos danos. Simples movimentos corporais como subir e descer uma escada ou virar-se rapidamente, tornam-se extremamente perigosos.

Ombros caídos

Além das dores, quedas e fraturas, os indivíduos que sofrem com essa complicação de saúde podem perder, em média, até 3 centímetros de altura. Isto porque pode ocorrer uma alteração na postura da coluna vertebral conhecida como cifose. A cifose, condição secundária da osteoporose, faz com que os ombros tenham um aspecto caído ou de corcunda. Como existem vários fatores ligados ao surgimento da curvaturas na coluna vertebral, por exemplo, má postura postura, fatores congênitos, formação anormal das vértebras e a própria osteoporose, é necessário o acompanhamento médico para indicação do melhor tratamento.

Opções de cuidados com a osteoporose

Infelizmente a osteoporose ainda não tem cura. Por outro lado, existe uma série de tratamentos eficazes para combater o problema. O diagnóstico é feito com um exame de densidade óssea chamado Densitometria Óssea. Mulheres a partir dos 65 anos e homens a partir do 70 devem realizar o exame preventivo. A prevenção deve ser feita, também, em mulheres na menopausa e homens a partir do 50 anos e com fatores de risco (fumantes, com histórico de fratura na família, que fazem uso de corticóides por longo tempo, mulheres com menopausa precoce e que não tenham feito reposição hormonal). Entretanto, os cuidados devem começar nos primeiros dias de vida. A fim de conservar uma quantidade satisfatória de cálcio no organismo, é importante ter uma alimentação saudável, uma vida ativa com exercícios físicos e até expor-se ao sol moderadamente, como explicaremos a seguir.

Alimentação balanceada

Pesquisas apontam que a alimentação para osteoporose deve ser rica em cálcio. Os alimentos mais indicados são: leite, queijos e iogurte. Fora os produtos lácteos, também é indicado o consumo de outros ingredientes como amêndoas, salmão, tofu, rúcula, espinafre e couve. A vitamina D é também um composto capaz de ajudar nesse processo. O Departamento de Metabolismo Ósseo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), afirma que a manutenção da vitamina D no nosso sangue é importante. Ela proporciona a absorção do cálcio que vem da alimentação para o organismo. Se os níveis estiverem baixos, pode aumentar a chances de  fraturas.   Uma ótima fontes de vitamina D vem do sol. Isso mesmo! Os raios solares, em contato com o corpo humano, são sintetizados em forma dessa vitamina, que também é encontrada na alimentação. Frutos do mar, peixes, fígado e ovo são alguns alimentos com alta concentração da vitamina. Se você encontrar dificuldades para consumi-los, o suplemento encapsulado é uma excelente e prática alternativa.

Exercícios físicos e hábitos saudáveis

Como dito acima, as práticas saudáveis são essenciais para a prevenção e tratamento da osteoporose. O excesso de álcool, tabagismo, falta de alimentos ricos em cálcio e vitamina D e, finalmente, o sedentarismo são fatores que ameaçam o aparecimento da osteoporose. Os exercícios físicos são importantes para o aumento da massa óssea, muscular e na redução do risco de fraturas. As atividades físicas devem começar na infância com brincadeiras ao ar livre e esporte leves. Mesmo os que já foram diagnosticados com osteoporose podem praticar exercícios. Neste caso, é importante buscar o auxílio de profissionais especializados que irão direcionar o tipo ideal de treino. Em matéria publicada no site Bem Estar (Globo), os exercícios para precaução devem estimular a contração muscular e a regeneração óssea como, por exemplo, a corrida, vôlei e basquete. Já as atividades para idosos devem incentivar a agilidade e o equilíbrio, como o Pilates.

Suplementos de cálcio

O nosso esqueleto é composto, basicamente, por cálcio, um mineral responsável por proporcionar resistência e firmeza à estrutura óssea. Por não ser produzido pelo corpo humano, é obtido por meio de alimentação e suplementos. Cerca de 98% do cálcio é armazenado no esqueleto, além de ser o maior mineral encontrado no organismo. Ele é fundamental para a formação dos ossos e dentes, ajuda a contração muscular, a metabolização do ferro, a coagulação sanguínea, a liberação de alguns hormônios, entre outras funções. De acordo com a International Osteoporosis Foundation, os suplementos de cálcio e vitamina D geralmente são indicados para a prevenção e tratamento da osteoporose bem como para a manutenção da densidade do osso e das funções musculares. O recomendado é que mulheres de 19 a 50 anos e homens de 19 a 70 anos, consumam 1.000 mg por dia. Já as mulheres com mais de 50 anos e os homens acima de 70 anos, devem ingerir 1.200 mg diariamente. Lembrando que o suplemento somente deve ser utilizado quando a quantidade de cálcio no organismo for inferior a recomendada.

Uma nova alternativa para o fortalecimento dos ossos

A ciência vive em constante evolução. De tempos em tempos, com extensas pesquisas, descobre ingredientes com potenciais promissores para auxiliar no tratamento de certas doenças. Foi assim com a cúrcuma, com o gengibre e, agora, com as plantas marinhas.

O que Litho?

A chamada Lithothamnion Calcareum, popularmente conhecida como alga vermelha ou calcarea, é uma fonte orgânica e muito poderosa de cálcio. Ela apresenta em sua composição outros minerais que auxiliam na recuperação dos ossos. Pesquisas indicam que essa alga marinha é repleta de mais de 70 tipos de minerais, entre eles o ferro, magnésio, manganês, zinco, silício e selênio.

Como as algas Lithothamnium foram descobertas?

As algas marinhas do tipo Lithothamnium são utilizadas há mais de 200 anos em países da Europa e Ásia. Entretanto, seu uso era restrito à suplementação de ração animal e a fertilizantes utilizados na agricultura e pecuária praticados nesses países. Graças a extensos estudos, descobriu-se que as algas podem ser benéficas aos seres humanos no cuidado com cálcio nos ossos e até em atividades anti-inflamatórias Por conta da posição geográfica e o clima, o litoral Brasil tem uma das mais ricas reservas da planta, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade. É por isso que o consumo de produtos baseados nessa planta tem crescido exponencialmente no mercado de suplementação no Brasil.

Quais são os benefícios para o nosso corpo? 

Agora que você já sabe o que é e de onde vêm as algas Lithothamnium, vamos começar a mencionar os benefícios que essa poderosa planta pode proporcionar ao nosso corpo. Um dos primeiros e principais é o cálcio. As pessoas costumam ligar o consumo desse mineral ao leite e isso não é errado, afinal, o alimento tem uma grande concentração de cálcio na composição. Assim como os vegetais de cor verde escura. Entretanto, conforme publicação mencionada anteriormente, as algas Lithothamnium possuem uma quantidade ainda maior do mineral. Consumindo o produto de forma regular, você poderá prevenir doenças ósseas e ainda reduzir desconfortos que surgem com o passar dos anos. A planta marinha também carrega uma grande concentração de magnésio, outro mineral que, em conjunto com o cálcio, contribui para a sua fixação e maior aproveitamento no corpo. Além disso, o magnésio presente nas algas Lithothamnium auxilia o controle da pressão arterial e na saúde do coração, atuando na contração e relaxamento dos músculos e no combate às dores e inflamações. Alguns processos degenerativos, como artrose, artrite e osteoporose, podem ser controlados com a utilização correta das algas Lithothamnium. Além disso, também é possível alinhar o alimento aos medicamentos para controle da diabetes. Então, o que você achou desse novo aliado da saúde? Após compreender os sintomas da osteoporose e os métodos de tratamento mais atuais, fica mais fácil prevenir a doença e até diminuir os incômodos frequentes de quem já a possui. Agora que você já sabe tudo sobre o assunto, aproveite o momento para compartilhar este conteúdo nas suas redes sociais. Sem dúvida, essas informações serão valiosas para muitas pessoas!

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